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Por
Claudeir Covo
ASTRONÔMICOS
ASTROS – Sol, Lua, Vênus, planetas, estrelas, cometas e outros
astros, quando próximos à linha do horizonte, devido ao efeito de lente e a poluição da
atmosfera, parecem ter dimensões maiores do que o normal e quase sempre apresentam a cor
avermelhada (refração do espectro). Dependendo do ângulo visual, podem mostrar formas que
lembram um disco voador. A análise dos referenciais (outras estrelas, por exemplo, com o auxílio
de mapas estelares) podem ajudar na identificação do evento. Interessante que os planetas Vênus
e Júpiter também podem ser visíveis durante o dia. O planeta Vênus também é conhecido como
"Estrela D'alva", Estrela Matutina ou Estrela Vespertina. Na Ufologia é conhecido como a
"Rainha dos OVNIs".
SATÉLITES ARTIFICIAIS E
LABORATÓRIOS ESPACIAIS – Desde 1957, os satélites artificiais podem ser vistos aproximadamente duas horas
após do por do Sol e duas horas antes do amanhecer. Normalmente são vistos na cor branca, pois
refletem a luz solar. O mesmo acontece com os laboratórios espaciais. Seguem uma trajetória
definida, aparentemente em linha reta (na realidade estão circulando a Terra) e desaparecem em
pleno céu, pois entram no cone de sombra. Jamais mudam de trajetória.
METEOROS – Meteoros são fragmentos de matéria do espaço
interplanetário, que ao penetrar em nossa atmosfera se aquece, tornando-se luminoso. Normalmente
atravessam a atmosfera e se perdem no espaço. A grande maioria tem dimensões não superiores a um
grão de feijão. Com tamanhos maiores são chamados de bólides ou bólidos e causam ruído ao
penetrar na atmosfera. O efeito luminoso na atmosfera tem curta duração, variando de frações de
segundo até poucos segundos. Devido a altíssima velocidade, o meteoro perde a sua energia
cinética para o ar, o qual se ioniza, tornando-se luminoso. Podem ser metálicos ou rochosos.
Basicamente, se dividem em três classes:
1) METEORÓIDES – São
aqueles observados fora da nossa atmosfera. 2) METEOROS – São aqueles que atingem a nossa
atmosfera. 3) METEORITOS – São aqueles que são encontrados no solo.
COMETAS – Os cometas são astros "errantes" que não raramente
podem ser observados a olho nu ou por equipamento ótico (binóculo, luneta ou telescópio). Também
é um astro interessante de se observar.
ATMOSFÉRICOS
Todo fenômeno ótico ou acústico que ocorre em nossa atmosfera é
conhecido como meteoro. Eles se classificam em:
HIDROMETEOROS – São aqueles relacionados com a água (chuva,
tempestade, tornados, ciclones, furacão, etc...).
ELETROMETEOROS – São aqueles relacionados com a eletricidade e
conseqüente manifestação de ruídos (raios, relâmpagos, trovões, faiscas elétricas atmosféricas,
etc...).
FOTOMETEOROS – São aqueles relacionados com a emissão de luz (raios,
relâmpagos, trovões, faiscas elétricas atmosféricas, etc...)..
LITOMETEOROS – São aqueles relacionados com a precipitação ou
formação de gelo (granizos, geadas, neve, etc...).
NUVENS LENTICULARES –
É muito comum o vento atingir grandes
velocidades em um local relativamente plano. Quando chega perto de uma montanha, o vento sobe e
faz um redemoinho que dá às nuvens formas discoidais. A testemunha, se observar o fenômeno por
vários minutos, verificará que a forma lenticular irá se dissolver.
NUVENS NOCTILUCENTES –
As nuvens noctilucentes são aquelas que
luzem à noite. Temos também as nuvens iridescentes que ocupam a altura acima de 12 km na
atmosfera. Em certos foguetes de estudos atmosféricos, que são lançados a grandes altitudes,
utilizam-se gases de Bário que podem escapar e permanecer concentrados na atmosfera. Em certas
situações, dependendo da altitude, da temperatura, da pressão atmosférica e da umidade relativa,
esses gases se ionizam causando um efeito luminoso característico. Existem outros tipos de
materiais químicos que se comportam de forma semelhante em nossa atmosfera.
AURORA BOREAL OU
AUSTRAL – Consiste num fenômeno
luminoso que ocorre nas camadas mais altas da atmosfera, formando um colorido muito
interessante, envolvendo todas as cores do espectro visível. Normalmente, ocorre nas regiões
polares (sul e norte). São partículas carregadas de eletricidade, emitidas pelo Sol, que entram
em contato com o campo magnético terrestre e com as moléculas dos gases
atmosféricos.
RELÂMPAGOS
GLOBULARES – Também conhecido como
raio bola ou eletricidade em bola, trata-se de um fenômeno atmosférico raríssimo, normalmente
ocorrendo em meio a tempestades, ou após um relâmpago comum. É uma bola luminosa de diâmetro
pequeno, variando de 10 a 25 cm, de cor amarela, laranja ou vermelha, que as vezes emite um
zumbido sibilante. Não é excessivamente quente mas pode queimar pessoas, também podendo
danificar objetos. As vezes, se dissipa no ar, simplesmente, e noutras some causando violenta
explosão. Os cientistas têm realizado constantemente experiências para descobrir a origem desses
fenômenos, contudo, conseguiram somente alguns resultados associando a eletricidade com a
química. Chegaram a reproduzir em laboratório a explosão de um grande transformador com
sobrecarga de alta tensão. O filme que documentou essa experiência, mostra uma bola luminosa do
tamanho de uma bola de futebol, que sai do meio da explosão e é lançada quase que na direção da
câmara.
RELÂMPAGOS DE FOGO –
O relâmpago de fogo é outro fenômeno
atmosférico raríssimo. São esferas brilhantes que flutuam perto do solo, tendo ao seu redor um
halo azul. Existem registros desde a Idade Media. Essas esferas se formam de diversos tamanhos,
sendo que o maior chega a ter o diâmetro de uma bola de futebol. O pesquisador neozelandês John
Abrahamson, da Universidade de Canterbury, afirma que trata-se apenas de areia incendiada. Ele
explica que o solo é rico em silício, e que explode ao ser aquecido a mais de 3.000 graus
Celsius pelo relâmpago. Esse pesquisador, junto com a sua equipe, conseguiram reproduzir o
fenômeno em laboratório. As poucas testemunhas que viram um relâmpago de fogo descrevem como
bolas flamejantes que formam um espetáculo arrepiante.
RED SPRITES – São fenômenos óticos envolvendo descargas elétricas
ascendentes que ocorrem na alta atmosfera com formato de cone invertido, que ocorrem nas
altitudes de 85 km. São flashes luminosos massivos mas oticamente fracos. Tem o tempo de duração
na ordem de 17 ms. Aparecem em quantidade. A parte maior do cone que fica em cima tem a cor
vermelha, e a parte inferior e mais fina do cone que fica em baixo (40 km) tem cor azulada. A
primeira imagem de um "sprite" foi obtida acidentalmente em 1989. Em 1990, o "Space Shuttle"
filmou mais de vinte ocorrências. Hoje, algumas milhares de imagens estão disponíveis para
estudo.
BLUE JETS – São fenômenos óticos envolvendo descargas elétricas
ascendentes que ocorrem na alta atmosfera, com formato esférico e de cor azul, normalmente
associados a tempestades de relâmpagos. Ocorrem entre 20 km e 40 km de altitude e desaparecem
entre 40 e 50 km de altitude. Duram em média 200 ms. A esfera sobe a uma velocidade de até 100
km/s. Ocorrem devido a descargas elétricas dentro de nuvens a aproximadamente 20 km de
altura.
CAMADAS DE INVERSÃO
TÉRMICA – Na altura de algumas
centenas de metros, às vezes, podemos encontrar uma camada de ar quente, tendo acima e abaixo
camada de ar frio. Essa camada de ar quente se comporta como um espelho perfeito, refletindo
grandes focos de luz, faróis de automóveis, etc. Neste caso, de longe iremos ver duas bolas
luminosas "dançando" no céu, que torna fácil a identificação do fenômeno.
FOGO DE SANTELMO –
É um fenômeno de eletricidade estática,
que é devido ao atrito de grandes massas de ar de diferentes temperaturas em movimento na
atmosfera. Esse atrito arranca partículas de materiais condutores, tornando-as carregadas
positivamente. Essa superfície com carga elétrica relativamente próxima de uma nuvem, também
carregada, apresentará atração/repulsão de cargas elétricas, concentrando-se nas pontas das
superfícies. Iremos observar, então, uma chama azulada cintilante. Nas ocasiões de tempestades,
o fogo de Santelmo tem sido observado nas pontas das asas dos aviões, nas pontas dos mastros dos
navios e nas pontas dos campanários das igrejas. Neste último caso, já foi até confundido com
aparições da Virgem Maria. Como a chama azulada tem um brilho relativamente pequeno, só é
visível à noite, porque a luz do Sol é muito mais intensa. Os cientistas demonstraram em
laboratórios que enxames de alguns insetos, como a cigarrinha do abeto, podem ser iluminados
pelo processo do fogo de Santelmo quando voam através de altos campos elétricos criados por uma
tempestade.
PARÉLIO – Este é um fenômeno atmosférico que envolve a imagem
do Sol refletida (as vezes refratada) em uma nuvem ou por cristais de gelo em suspensão no ar.
Devido a sua altura, esses cristais de gelo em suspensão podem ser iluminados pelo Sol ainda
abaixo da linha do horizonte, ocorrendo a decomposição da luz branca nas várias cores do
espectro, causando um halo concentrado e colorido muito bonito. É bem diferente do fenômeno
arco-íris, este bem conhecido da população, onde ocorre a decomposição da luz solar branca nas
microgotículas de água em suspensão na atmosfera, causando um arco colorido.
PARASSELÊNIO – Um tipo de fenômeno relativamente comum e conhecido
por quase todos. É um circulo luminoso que, às vezes, se observa em volta da lua. É causado pela
grande quantidade de umidade e cristais de gelo presente na atmosfera. Se houver nuvens passando
à frente do fenômeno, poderemos ter a sensação de movimento e mudança da intensidade luminosa e
da cor.
TELÚRICO
ENERGIA TELÚRICA –
Em nosso planeta temos 92 elementos
naturais, sólidos, líquidos e gasosos, que podem formar infinitas substâncias quando associadas
adequadamente. A própria NASA tem realizado experiências para formar novas substâncias no
espaço, na ausência da força gravitacional. Existem muitos processos químicos em que muitas
substâncias têm a característica de emitir luz. A emissão luminosa pode ocorrer nos seguintes
processos:
LUMINESCÊNCIA – É o fenômeno físico que consiste em irradiação de luz
em temperatura relativamente baixas.
FOSFORESCÊNCIA OU
FOTOLUMINESCÊNCIA – É o fenômeno
físico que consiste na emissão de luz de certas substâncias, mesmo depois de cessada a excitação
que a provocou.
FLUORESCÊNCIA – É o fenômeno físico que consiste na emissão de luz de
certas substâncias quando excitadas por descargas elétricas, apagando quando cessa a
excitação.
Muitas substâncias químicas de nosso solo, quando em contato como
ar, causam fenômenos luminescentes, envolvendo também o campo magnético terrestre e campos
elétricos, como alguns já descritos anteriormente. Outro fenômeno que ocorre, envolvendo os
picos das montanhas, compreende uma bola luminosa de cor vermelha-ígneo, que pula de um pico
para o outro. Poucas explicações cientificas têm sido dadas, no entanto, a este fenômeno.
Conhecemos o poder das pontas em relação à eletricidade. Sabemos também que montanhas contendo
minérios de ferro, quando são atingidas por raios, ficam magnetizadas. Também sabemos que os
ventos atritam o ar contra os elementos químicos das montanhas e arrancam elétrons, tomando os
elementos carregados eletricamente positivos. Se o fenômeno fosse puramente elétrico (como uma
descarga para equilibrar a diferença de potencial), teria que se comportar como o raio, causando
um relâmpago e um forte estrondo, mas isso não acontece. Por outro lado, sabemos que o solo é
condutor e qualquer carga elétrica nas montanhas seria rapidamente neutralizada, eliminando a
diferença de potencial elétrico. Um outro fenômeno luminoso também ocorre nas regiões onde há
falhas geológicas, permitindo o escape de gases naturais do manto terrestre, que podem se
inflamar espontaneamente. Existem ainda outros fenômenos luminosos que ocorrem sobre a
superfície do solo para os quais a própria ciência ainda não conseguiu dar explicações
plausíveis e que, por falta de nome, simplesmente chamamos de fenômenos da energia telúrica (da
Terra).
FOGO FÁTUO OU GASES DO
PÂNTANO – Todo corpo orgânico em
decomposição emana o gás metano (CH4), que, em concentrações de aproximadamente 25% em mistura
com o ar, pode inflamar-se espontaneamente. O fogo fátuo envolve o gás metano de origem animal
e os gases do pântano envolvem o gás metano de origem vegetal. No local onde existe a emanação
do metano (muito comum nos cemitérios) quando não está ventando, o gás começa a se concentrar.
Se o tempo estiver relativamente quente (noites de verão), de repente ocorre a combustão
espontânea. Se houver uma pessoa relativamente perto, ela verá durante um período de tempo muito
curto uma chama azulada de 2 a 3 metros de altura, que emite luz e calor, e ouvirá o barulho
característico de uma pequena explosão abafada. Se a pessoa estiver no meio dos gases,
certamente vai sofrer queimaduras na hora da combustão. O fenômeno ocorre de dia e de noite, mas
por emitir uma luz de pequena intensidade, só é visível à noite. Uma pessoa muito mística, que
não conhece esse fenômeno, se estiver em um cemitério após a meia-noite, quando acontecer uma
explosão do fogo fátuo, se não morrer de parada cardíaca, certamente passará o resto da vida
jurando que viu um fantasma! Há registros de muitos incêndios em matas que tiveram início em
gases do pântano. Hoje, muitas pessoas estão utilizando o gás metano, obtido pela decomposição
do lixo, como uma fonte de energia alternativa.
PROTOZOÁRIOS
NOCTILUCÍDEOS – Existe um grupo de
protozoário da ordem dos dinoflagelados, classe dos mastigóforos, de dois milímetros
aproximadamente, caracterizados pela fosforescência, observada à noite nos mares e nas praias. À
distância, pode confundir.
ÁRVORES LUMINESCENTES –
Existem algumas árvores que na presença
de certos campos eletromagnéticos se tornam luminescentes, sem afetar a vida delas. Pelo menos
três delas já são conhecidas: o azevinho (ou azevinheiro ou azinheira), o assa-peixe (ou
cambará-guaçu) e o terebinto. O fenômeno é conhecido como fogo da aldeia. Durante a noite,
quando a árvore se torna luminescente, a sensação visual é que ela está pegando fogo. No dia
seguinte, ao examinar a árvore, aparentemente nada aconteceu. O fenômeno já foi reproduzido em
laboratório com o auxílio de geradores de campos eletromagnéticos.
IMPACTOS E PRESSÕES –
Existem certos tipos de rochas que ao
serem atingidas por meteoros, ou receberem algum tipo de pressão, como por exemplo, o movimento
das placas tectônicas, ou terremotos, podem emitir gases quentes e ionizados, ou que se inflamam
espontaneamente em contato com o ar, ou simplesmente podem gerar fenômenos luminosos e também
emitir radiofrequência que causa interferência eletromagnética. A gnaisse, que é composta
basicamente de feldspato, quartzo e mica, é uma dessas rochas. O diabásio, que é uma rocha preta
ou esverdeada, é outra. Normalmente geram o fenômeno em falhas geológicas. Podem confundir
facilmente. Existem certos tipos de cristais que ao serem comprimidos geram faiscas elétricas. O
Dr. Brian Preire, dos EUA, e o professor Michel Persinger pegaram um bastão de granito e o
submeteram a uma enorme pressão. Ao explodir, ficou documentado a emissão de gases ionizados e
luminosos (pequenas bolas de luz) e uma intensa emissão de radiofrequência.
AVES EM MIGRAÇÃO –
Quando as aves migram em grandes
quantidades, podem até ser detectadas por radar. Dependendo do tipo de formação que existe,
podem tomar uma forma que lembra um disco voador.
ARTIFICIAIS
BALÕES – Os balões solares, os balões juninos, os balões
infantis (bexigas), os balões de propaganda, os balões tripulados ou dirigíveis (Zepelim) e os
balões de estudos atmosféricos, dependendo da altura, da distância, da reflexão da luz solar, da
cor, da intensidade luminosa e do ângulo visual podem facilmente ser confundidos com discos
voadores. Alguns balões especiais de estudos atmosféricos, de grandes dimensões, atingem uma
altura elevada na atmosfera, e logo após o por do Sol e pouco antes do amanhecer, mesmo ainda de
noite, podem facilmente refletir a luz solar, causando o engano. Alguns balões atingem a
altitude de 45.000 metros. Outros, utilizados em propaganda, são fixos por corda e são
iluminados por dentro com uma pequena lâmpada ou do solo por potentes holofotes. Devido ao
vento, o observador verá evoluções muito similares às atribuídas ao fenômeno UFO.
AERONAVES – Aviões, helicópteros, asas-delta, planadores,
ultraleves e outros, dependendo da distância e principalmente do ângulo visual, podem confundir
os leigos. Durante à noite, mesmo em distâncias pouco acima de trinta quilômetros, quando vindo
de frente, com os faróis acesos confundem facilmente.
EXPERIÊNCIAS COM ARMAS
SECRETAS – Sem a menor sombra de
dúvida, os governos dos países mais desenvolvidos, desenvolvem veículos secretos aéreos cada vez
mais modernos, normalmente para fins bélicos. Para experimentar esses veículos é necessário
fazê-los voar em algum lugar, quando as vezes são flagrados por algum fotógrafo. Como as formas
desses veículos são diferentes das convencionais, acabam sendo confundidos com discos voadores.
Em análises de fotos antigas de supostos UFOS, algumas mostram veículos militares que hoje são
bastante conhecidos, mas que, antigamente, eram secretos.
LANTERNAS EM PIPAS –
É muito comum um garoto fazer uma
pequena lanterninha (ou várias), a qual é feita com cartolina e papel de seda, tendo em seu
interior um pedaço de vela acesa, a qual é pendurada na linha de uma pipa. Lá no alto, de acordo
com o vento e as manobras realizadas pelo empinador da pipa, podemos ver algo parecido com uma
sonda ufológica. Também são usadas garrafas plásticas tipo PET, as quais são cortadas ao meio,
com uma vela acesa no gargalo, com as laterais da garrafa protegendo a chama.
FOGOS PIROTÉCNICOS –
Pelo emprego de produtos químicos, tem
sido desenvolvido fogos de artifício cada vez mais modernos, para diversos usos, normalmente
para fins de espetáculos visuais. Os baloeiros normalmente utilizam esses produtos em seus
balões para os efeitos luminosos noturnos. Temos também as pistolas de sinalização, utilizadas
pela Forças Armadas, que lançam a certas alturas uma pequena bola química, que quando queima
emite uma forte luz, caindo lentamente com o auxílio de pequenos pára-quedas.
PARAPSICOLÓGICOS
EFEITOS
PARAPSICOLÓGICOS – Dentro da
Ufologia e também da parapsicologia, tem sido pesquisados alguns raros casos de pessoas que
conseguem emitir uma energia mental, a ponto de causar efeitos físicos, às vezes luminosos, no
ambiente. Também podem sensibilizar uma chapa fotográfica com vários tipos de imagens,
utilizando somente a energia mental. Sabemos que a força da mente é fantástica e não existem
fronteiras para sua manifestação. A própria ciência já admite muitos fenômenos que a mente
realiza, sem uma explicação científica. No entanto, ainda levará muitos anos para que a ciência
consiga explicar que tipo de energia é utilizada pela mente para causar esse
fenômeno.
Eng. Claudeir Covo é ufólogo e
presidente do INFA É um dos
responsáveis da TV INFA É co-editor
da Revista UFO

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