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Por Claudeir Covo e
Ubirajara Franco Rodrigues

AVISTAMENTO DE OUTRA ESTRANHA
CRIATURA
20.01.96 –
15:30 HS
As jovens Kátia Andrade Xavier, 22 anos, Liliane Fátima da Silva,
16 anos e Valquíria Aparecida da Silva, 14 anos, depois do trabalho, retornavam para casa a pé.
Quando estavam atravessando o terreno baldio, situado à Rua Benevenuto Bráz Vieira, ao lado do
no 76, na distância de 7 metros, viram algo assustador. Um ser de
aproximadamente 1,60 metros de altura, magro, pele de cor marrom escuro brilhante, como se
estivesse untado com uma espécie de creme, com várias veias aparentes, duas pernas com enormes
pés com dois dedos cada, dois braços com mãos contendo três dedos cada, mais compridos do que os
braços dos seres humanos, cabeça enorme com três protuberâncias ósseas, duas de lado e uma no
centro da cabeça, sem nenhum pêlo aparente, olhos grandes, sem pupilas, vermelhos da cor de
sangue e saltados para fora como os olhos de sapo. Os militares que viram os seres capturados,
além de confirmarem essa descrição, complementaram dizendo que os seres tinham apenas dois furos
no lugar do nariz, uma boca muito pequena, uma língua preta, fina e comprida, exalava um forte
cheiro de amoníaco por todo o corpo e fazia um zunido pela boca parecido com
abelhas.
A estranha criatura estava agachada próxima à parede de uma
oficina, no meio de alguns arbustos. No primeiro instante pensaram se tratar de uma estátua, mas
quando a criatura girou a cabeça, elas viram aqueles enormes olhos vermelhos. Não era bicho nem
gente, era um ser horrível. Em certo instante pensaram se tratar do capeta em pessoa. Saíram
correndo assustadas e só pararam em casa apavoradas. A mãe da Liliane e da Valquíria, a Dna.
Luiza Helena da Silva, 38 anos, juntamente com os vizinhos, após socorrerem as jovens e
desfazerem do susto, retornaram ao local e não mais encontraram a estranha criatura. No local só
havia duas pegadas no solo e um cheiro muito ruim. Analisando os fatos, possivelmente, com os
militares fazendo a varredura na mata, a três quarteirões de distância, uma hora antes, dando
tiros de FAL, a criatura que as três jovens viram, certamente sentindo risco de vida, em uma
atitude de se salvar, saiu em fuga da mata, se escondendo pelos arbustos até chegar no terreno
baldio. A Liliane disse que a aparência do ser era de assustado.
20.01.96 –
17:00 HS
Se foi fantástica a queda da nave e as
capturas de estranhas criaturas em Varginha, fantástica também foi a violenta tempestade de
granizo e de vento que caiu na cidade um pouco antes do anoitecer. Nos últimos 25 anos, Varginha
não via tempestade igual. Janelas quebradas, telhados partidos, vidros trincados, toldos
perfurados, árvores que foram arrancadas com raiz e tudo, muros que caíram, etc... Foi um grande
estrago. Os moradores viram granizos do tamanho de uma bolinha de pingue-pongue. Partindo da
suposição de que na pequena floresta do Jardim Andere e arredores deveria ainda ter mais dessas
estranhas criaturas, certamente elas foram atingidas pelos granizos, de certa forma
machucando-as.
20.01.96 –
18:30 HS
Novamente os moradores de Jardim Andere viram o caminhão do Corpo
de Bombeiros de Varginha, com vários bombeiros e viram também uma viatura da Polícia Militar,
também de Varginha, no local dos fatos. Estavam procurando alguma coisa. O tempo chuvoso já
havia passado.
20.01.96 –
20:00 HS
Agora, após a chuva, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e o
Exército tinham boas desculpas para vasculharem toda a região. Para o público, estariam ajudando
a população em relação aos estragos causados pelo temporal. Na realidade, os militares tinham
conhecimento de que haviam mais seres pela região. Pelo menos um, aquele que a Kátia, a Liliane
e a Valquíria tinham visto por volta das 15:30 hs. E acabou acontecendo mais uma captura, a
quarta, agora pela Polícia Militar. Esse ser capturado pode ser ou não o mesmo visto pelas três
jovens. Da mesma forma que aconteceu na captura da manhã pelos bombeiros, essa estranha criatura
também não ofereceu maiores resistências ao ser capturada. Estava aparentemente abobada, ou
doente, ou ainda machucada.
Essa captura foi realizada pelo soldado
Marco Eli Chereze, um P2 (Serviço de Inteligência da PM), juntamente com um companheiro de
trabalho, pois sempre os P2 trabalham em dupla, e certamente estavam usando o carro prêmio
branco, sem identificação da PM.
A Polícia Militar levou inicialmente essa criatura a um Posto de
Saúde da cidade, onde foi recusada. Conseqüentemente, ela também foi levada para o hospital
Regional. Certamente, aí começaram os primeiros estudos e exames. Médicos, enfermeiros e
militares devem ter ficado muito mais "maravilhados" do que assustados. Tinham às mãos estranhas
criaturas diferentes de tudo aquilo que já tinham visto. O Serviço de Inteligência do Exército,
conhecido como S2, iniciaram os primeiros registros fotográficos e videográficos. Essa missão da
PM, ao que tudo indica, foi comandada pelo capitão Siqueira.
21.01.96 –
01:30 HS
Já no domingo, de madrugada, os militares resolveram fazer a
transferência das estranhas criaturas do hospital Regional para o hospital Humanitas. Não
sabemos porque houve essa transferência. O Regional situa-se mais próximo ao centro da cidade de
Varginha, enquanto o Humanitas fica mais próximo da periferia. Muitas pessoas viram a estranha
movimentação do Exército, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar nos dois hospitais.
Provavelmente, a razão da transferência foi porque o Humanitas é um hospital mais bem
aparelhado, e pelo fato de estar longe do centro da cidade, menos pessoas iriam ver toda aquela
movimentação militar.
Nesse dia, moradores do local, observaram
carros chegando no Humanitas com placas de Belo Horizonte com militares, bem como médicos da USP
(Universidade de São Paulo) e da UNICAMP. Ainda não sabemos que tipo de tratamento teve ou
tiveram, o ser ou os seres, uma vez que não sabemos se o ser que levou os três tiros de FAL
também foi levado ao hospital. Tudo indica que sim. Os exames, as radiografias, as fotos, os
filmes e milhares de outros detalhes ficaram restritos aos médicos e aos militares. O ser que
entrou com vida no Humanitas acabou morrendo lá dentro. Não sabemos se ele morreu de morte
natural, se estava gravemente ferido, se estava doente ou ainda, o que seria lamentável, teria
"sido" morto.
22.01.96 –
16:00 HS
A ESA, com o auxílio de três caminhões
Mercedes Benz, tipo 1418, com a carroçaria coberta com capota de lona, e vários veículos sem
identificação, com certeza do Serviço de Inteligência (S2), inicia a ação de retirada dos seres
do hospital Humanitas. Uma série de manobras de despistamento por dentro da cidade, com o
auxílio de rádios portáteis de comunicação e telefones celulares, um de cada vez, os caminhões
encostaram de ré na porta lateral do Humanitas. Nesse local havia mais de quinze pessoas, entre
médicos, enfermeiros e militares do Exército, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Uma
caixa especial reforçada, uma espécie de caixão de defunto, em cima de dois cavaletes, recebeu o
corpo do ser. A tampa, que era mais larga em cima, foi colocada na caixa e foi devidamente
lacrada. Depois foi todinha enrolada com plásticos pretos e foi instalada no caminhão,
devidamente amarrada. A lona traseira do caminhão foi instalada e nas laterais, onde há as
janelas de plástico, também foram fechadas, de modo que não se podia ver absolutamente nada
dentro do caminhão. Os três caminhões retornaram à ESA antes do anoitecer. Um esquema especial
foi montado para a chegada dos caminhões na ESA. Um deles acabou entrando por uma rua na
contramão, em frente ao portão lateral do quartel. Um esquema de segurança especial foi montado
para "tomar conta dos caminhões".
Quando esses caminhões retornaram à ESA,
no bairro Campestre, foram vistos pelo Dr. Marcos A. Carvalho Mina, 27 anos, médico veterinário
do Zoológico de Varginha. O Eduardo Bertoldo Praxedes, 26 anos, vigia da empresa Parmalat,
situada à beira da estrada que liga Varginha a Três Corações, disse que durante vários dias viu
vários caminhões e carros militares indo e voltando pela estrada, sempre em alta velocidade.
Praxedes afirma que viu os caminhões do Exército não só nos dias 20, 21 e 22 de janeiro de 96,
mas durante toda a semana que antecedeu as capturas. Isso reforça a hipótese de que a queda da
estranha nave narrada por Carlos de Sousa ocorreu no dia 13 e não no dia 20.
23.01.96 –
04:00 HS
Um comboio todo especial sai da ESA com destino a Campinas. Uma
Kombi na frente, os três caminhões em fila e atrás vários outros automóveis sem identificação.
Cinco horas de viagem. Por volta das 09:00 horas chegaram na Escola Preparatória de Cadetes do
Exército, em Campinas. Posteriormente, os seres foram levados
para a UNICAMP, e entregues ao já citado médico legista Dr. Fortunato Badan Palhares, que
juntamente com o Dr. Conradin Metz (ou Merve ou Nesve) e uma equipe especial de civis e
militares iniciaram as autópsias e estudos científicos nos seres. Funcionários do laboratório
onde trabalha o Dr. Badan estranharam o fato de que, na chegada dos seres, foi pedido para todos
se retirarem, fato este nunca acontecido antes.
Pelo menos três militares informaram que um dos seres foi levado
para um laboratório secreto, de acesso restrito, no subsolo do Hospital das Clínicas, na
UNICAMP. Também informaram que existe outro laboratório secreto no subsolo do prédio da
Biologia. O outro ser teria sido levado a uma das geladeiras do IML (Instituto Médico Legal)
situado no necrotério do cemitério dos Amarais. Vários militares informaram que nunca tinham
visto esse local tão bem guardado como nos meses de fevereiro, março e abril de 1996. Também a
quantidade de militares que foram visto nesse período circulando pela UNICAMP foi
assustador.
Todas essas operações de captura,
transporte para o Regional, transferência do Regional para o Humanitas, retirada do Humanitas
para a ESA e transporte para Campinas foram coordenadas pelo tenente coronel Olímpio Wanderley
dos Santos, pelo capitão Ramires, pelo tenente Tibério da PE (Polícia do Exército) e pelo
sargento Pedrosa. O comboio foi dirigido pelos motoristas cabo Vassalo, soldado Élber e soldado
de Mello. Todos esses militares são da ESA.
Alguns militares disseram que os fragmentos metálicos, de origem
desconhecida, foram levados para o CTA (Centro Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos
Campos, no interior de São Paulo, onde estão sendo analisados por militares dentro de um outro
laboratório secreto de acesso restrito aí existente, também no subsolo, em uma das duas unidades
situadas na estrada dos Tamoios.
A existência desses laboratórios militares secretos, de acesso
restrito, situados em subsolos, até a pouco tempo, era desconhecida. Dizem que estão equipados
com tecnologia de primeiro mundo, e as poucas pessoas que tem acesso a eles, entram utilizando
cartão magnético e impressão digital.
Claudeir Covo é ufólogo e
presidente do INFA e co-editor da Revista UFO Ubirajara Franco Rodrigues é co-editor da
Revista UFO
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