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Por Claudeir Covo e
Ubirajara Franco Rodrigues

UMA ESTRANHA CAIXA NA
UNICAMP
23.01.96
Funcionários do Hospital das Clínicas da Unicamp, ligados com a
equipe do Dr. Badan Palhares, informaram que chegou uma estranha caixa naquelas dependências.
Provavelmente o ser vivo. Dois militares do Exército chegaram carregando uma caixa metálica com
centenas de pequenos furos. Uma funcionária conduziu esses militares em uma das salas onde tem
um corredor contendo várias portas. Chegando em uma das portas, a funcionária e os dois
militares foram barrados por outros militares que lá aguardavam essa chegada.
Foi pedido para colocarem a caixa no chão e tiveram que retornar. A caixa foi levada para o
subsolo, local onde se situa um dos laboratórios de acesso restrito.
Esses funcionários estranharam o fato de que nos dias seguintes, o
Dr. Badan começou a pedir os mais diversos tipos de alimentos. Frutas, verduras, leite, sopa,
iogurte, etc... Todos diziam, desta vez o Dr. Badan não recebeu um cadáver. Não faz sentido o
Dr. Badan fazer testes com o estômago de defuntos. Isso foi motivo de muitas
piadas.
Tais funcionários disseram ainda que o Dr. Badan andou comentando
que a hora em que os militares "abrirem as portas", ele duvida que alguém consiga ficar um
minuto frente a frente com a tal criatura. O Dr. Badan estava se referindo não só ao aspecto
horroroso e repugnante da tal criatura bem como o terrível mau cheiro emitido por
ela.
23.01.96
Um avião Buffalo sai da Base Aérea de
Canoas no Rio Grande do Sul. Em seu interior havia três "containers", uma caixa e vários
militares. No primeiro "container" haviam os geradores, no segundo o equipamento de recepção e
computadores e no terceiro uma pequena oficina portátil. Na caixa havia a antena desmontada. Em
outras palavras, um sofisticado radar portátil. O avião seguiu para o sul de Minas. Esse radar
deve ter sido instalado em alguma região ou cidade próxima a Varginha. Nesse período haviam
muitas naves alienígenas sobrevoando a região. Militares de dentro da ESA informaram que certa
noite ficaram preocupados com a hipótese de uma retaliação por parte dos seres
extraterrestres.
25.01.96
Vários militares da Força Aérea e do Exército dos Estados Unidos
chegaram na ESA em helicópteros. Uma área da ESA foi interditada. Vários agentes do Serviço de
Inteligência (S2) de vários pontos do país foram enviados para a ESA. Moradores do local, de
muitos anos, nunca viram tanta movimentação na ESA. Foi algo de chamar a atenção até do mais
"bobinho". Se estavam tentando esconder alguma coisa do público, falharam na metodologia. Os
militares que participaram da operação, ainda hoje, estão sendo vigiados e seguidos pelos S2.
Ainda hoje, a situação está "feia" na ESA. Recentemente, alguns militares da ESA disseram que
"aqui dentro, o trem tá pegando fogo". Todos os soldados foram proibidos de falar sobre o
assunto, sob pena de cadeia. Muitos militares foram condecorados e transferidos para outras
cidades e outros estados.
26.01.96
Vários militares que atuam dentro da NASA chegam na UNICAMP. A
desculpa oficial foi que iriam selecionar cientistas brasileiros para participarem de futuras
missões espaciais com os norte-americanos. Provavelmente, são militares que conhecem
profundamente todos os detalhes sobre os discos voadores e seres extraterrestres. Militares
informaram que esses militares norte-americanos estão trabalhando em conjunto com os militares
brasileiros dentro dos laboratórios de acesso restrito. A proporção é de 50 % de brasileiros e
50 % de norte-americanos. Certamente, se houver uma lista com nomes de cientistas brasileiros,
tais cientistas só irão viajar no ônibus espacial em sonho. Irão passar o resto da vida pensando
nessa possibilidade.
07.02.96
O soldado Marco Eli Chereze, 23 anos de
idade, 4 anos como militar, um P2, do Serviço de Inteligência da Polícia Militar de Varginha,
juntamente com um companheiro de trabalho, em 20.01.96, por volta das 20:00 horas, participou da
captura de uma estranha criatura no bairro de Jardim Andere, em Varginha, conforme já
mencionado. Apesar da PM dizer que Marco não estava trabalhando aquele dia, a família desmente
dizendo que naquele dia ele trabalhou até às 02:00 horas da madrugada do dia seguinte. Logo
depois do grande temporal que abateu a cidade, com chuva de granizo, Marco passou na casa da sua
mãe para trocar de roupa, pois estava todo molhado. Marco também pediu para avisar sua esposa
que estava em um trabalho de emergência e iria chegar tarde. Na captura que ocorreu pela manhã,
na mesma região, os bombeiros estavam usando luvas. Nessa captura noturna, não sabemos se o
Marco estava usando luvas ou se chegou a tocar na estranha criatura.
Depois desse dia, Marco passou a ter um comportamento diferente.
Quando as primeiras notícias foram para o ar, sobre as capturas das estranhas criaturas, em
Varginha, seu pai chegou a dizer que achava isso tudo uma mentira, foi quando o Marco disse
"não é mentira não pai, isso é muito sério e vai dar muito o que falar". No dia que a
televisão passava um programa falando sobre essas capturas, Marco levantou e desligou a TV,
dizendo que tal assunto confundia a cabeça das pessoas. No dia 06.02.96, ou seja, 17 dias depois
que participou da captura, Marco percebeu que tinha uma pequena inflamação debaixo do braço
esquerdo, na axila.
Depois de passar pela enfermaria do quartel, no dia seguinte, o
tenente médico Dr. Robson Ferreira Melo fez uma micro cirurgia em Marco, que nos dias seguintes
passou a ter febre e fortes dores em todo o corpo.
11.02.96
Marco foi internado no hospital Bom Pastor, em Varginha, porque o
seu quadro clínico estava piorando.
15.02.96
Logo pela manhã. o Marco foi transferido para a CTI (Centro de
Terapia Intensiva) do hospital Regional, local onde veio a morrer no mesmo dia, por volta dos
12:00 horas. À pedido dos médicos, alegando que a doença dele era grave, queriam que ele fosse
enterrado de imediato, mas a família não concordou. Muito estranho. Na certidão de óbito consta
que Marco morreu por insuficiência respiratória aguda, septicemia e pneumonia
bacteriana.
A família, através da sua irmã Marta Antonia Tavares, pediu a
abertura de inquérito policial, na 4ª Delegacia Seccional de Polícia de Varginha, alegando erro
médico. O processo já foi encerrado. Nenhum médico foi condenado. Desde julho/96, à pedido do
Delegado de Polícia Dr. João Pedro da Silva Filho, o IML (Instituto Médico Legal) vinha negando
apresentar o laudo de necropsia. Em 20.01.97, data do primeiro aniversário do "Caso Varginha",
os ufólogos denunciaram à Imprensa essa negligência, 2 dias depois apareceu tal laudo.
Certamente, frente à situação dos fatos, tal laudo de necropsia deve ter sido
"manipulado".
A morte de Marco Eli Chereze é muito estranha. Ele era um
verdadeiro atleta. Meses antes de participar da captura da estranha criatura, ele fez exames
para cabo e em seguida para sargento. Foi aprovado em tudo, inclusive nos exames médicos. Ora,
se estava com a saúde perfeita, como teve uma morte tão rápida? Teria sido um erro médico? Será
que Marco foi contaminado por algum vírus ou bactérias provenientes da estranha criatura? Não
sabemos. Certamente os militares sabem muito bem, mas os parentes do Marco e a humanidade não
ficarão sabendo.
Estariam os militares escondendo que as estranhas criaturas
capturadas em Varginha são portadoras de vírus ou bactéria que matam mais rápido do que o Ébola?
Isso poderia gerar algum pânico na população? A verdade pode ser mais triste e assustadora do
que imaginamos.
28.02.96
A Dna. Thereza Christina Strarace Tavares de Magalhães Teixeira,
esposa do falecido Prefeito de Campinas, o Sr. Adalbertto Magalhães Teixeira, foi proibida de
entrar no (HC) Hospital das Clínicas da UNICAMP, local onde estava internado o
seu marido quando doente. Ela ficou muito nervosa com a falta de organização do esquema de
segurança do local. Com o auxílio de um telefone celular, após esclarecer que era esposa do
Prefeito, com a chegada do Dr. Otávio Rizzi Coelho, o problema foi resolvido, a porta foi aberta
e ela entrou.
Algumas pessoas acreditam que nessa noite o corpo do
extraterrestre foi enviado ao HC para algum tipo de exame, e todo o local foi "fechado" por
medida de segurança, resultando nessa confusão. A Dna. Thereza entrou por ser a mulher do
Prefeito. O mesmo não aconteceu com outras pessoas que foram impedidas de entrar no
HC.
01.03.96
O Secretário de Estado americano, Warren Christopher, assina com o
ministro das Relações Exteriores brasileiro, Felipe Lampreia, o "Acordo de Cooperação para o Uso
Pacífico do Espaço Exterior", em Brasília. Fica a pergunta no ar. Teria algo a ver com o Caso
Varginha?
02.03.96
O administrador geral da Agência Espacial dos Estados Unidos, a
NASA, Daniel Goldin, visitou as instalações do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais),
em São José dos Campos, SP, e assinou acordos de cooperação espacial entre as duas entidades. Já
houve acordos assim no passado, mas é a primeira vez que o principal dirigente da NASA vem ao
país conhecer o aparato científico nacional. Pessoas que estão acompanhando o Caso Varginha,
civis e militares, acreditam que a presença de Daniel Goldin e de Warren Christopher no Brasil
envolve acordos em relação aos seres capturados em Varginha, e também uma forma de "justificar"
a presença de militares que atuam dentro da NASA na UNICAMP.
Claudeir Covo é ufólogo e
presidente do INFA e co-editor da Revista UFO Ubirajara Franco Rodrigues é co-editor da
Revista UFO
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