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Por Equipe
UFONEWSBR
A fotografia abaixo é muito famosa e circulou bastante pela
internet. Ela foi obtida no dia 22 de dezembro de 2000, no vulcão Popocatépetl
(México):

Com o obturador aberto temos um "tempo de exposição longo" da
foto. No livro de Marco Petit, "Terra Laboratório Biológico Extraterrestre", temos vários
exemplos de fotos com tempo de exposição longo a fim de ser registrado o percurso de UFOs na
Serra da Beleza. O efeito produzido é exatamente o que aparece na foto do vulcão: a fonte
luminosa sensibiliza o filme e, se houver movimento da fonte luminosa ou da máquina, produz um
"risco" tal qual está na foto. Mas isso não é tudo... repare que o "risco" é
pontilhado:

As lâmpadas em geral (60hz X 2) acendem e apagam 120 vezes por
segundo, fato que é imperceptível aos nossos olhos. Repare que esse evento fica evidenciado na
foto com o "risco" pontilhado... onde estão os pontos mais visíveis no "risco", a luz está
acesa; e onde estão os pontos menos visíveis no "risco", a luz está apagada (daí o efeito
"pontilhado"):

Logo, vemos que houve uma movimentação da câmara com o obturador
aberto numa lâmpada em um local escuro e, provavelmente, houve o que é conhecido como dupla
exposição: foi batido a pose sobre a lâmpada em ambiente escuro e, depois, a palheta de avanço
do filme "patinou" fazendo com que ficasse a mesma pose disponível para nova foto. Então, foi
feita uma nova foto do vulcão nesta mesma pose. Impossível determinar se tudo isso foi acidental
ou intencional. Mas, com certeza, não é um UFO.
É importante salientar que o efeito pontilhado acontece com
lâmpadas à gás. Já as lâmpadas incandescentes também apagam e acendem 120 vezes por segundo, mas
a inércia do apagamento do filamento não gera o "pontilhado".
Abaixo, mais dois exemplos de movimentação da câmera no escuro,
onde ao longe tinha lâmpadas à gas. Isso é decorrente de um acidente fotográfico, onde a pessoa
avança o filme e o obturador fica aberto. Quando isso acontece no claro, essa pose fica velada,
mas no escuro, caso tenha uma fonte de luz à distância, ao se movimentar a câmera, o risco,
pontilhado ou não, irá demarcar na foto. Aí a pessoa bate a foto, com flash, e temos uma dupla
exposição:


No exemplo abaixo vemos como um acidente fotográfico pode ser
erradamente interpretado num ambiente místico, vão dizer que é manifestação da Virgem Maria
(SIC):

Eng. Claudeir Covo é ufólogo e
presidente do INFA Reinaldo Stabolito é ufólogo e coordenador geral do INFA Paola
Lucherini é ufóloga e secretária do INFA

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